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Descubra o encanto através da música

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Acordeon

acordeon

Segundo os historiadores, o mesmo povo que inventou o macarrão, a pólvora, a bússola, inventou também (3.000 Anos Antes de Cristo) um instrumento musical chamado “TCHNENG”. Advinhou não é mesmo?! Exatamente! Foram os chineses que criaram o precursor do acordeon, posto que este só seria inventando em 1829, por Cyrillus Demian, austríaco, que o registrou com o nome de Accordeon. Mas um instrumento que perdura até os tempos atuais e não sai da moda, não poderia ser criação de um só homem, tanto que no mesmo ano, Sir Charles Wheatstone registra a patente do mesmo instrumento, só que o chamando de Concertina. Logo o inevitável aconteceu e o acordeon encontra milhares de admiradores em todo mundo, mas somente em 1936 é publicado em Viena os primeiros métodos para o ensino do revolucionador instrumento.

Segundo Ernesto Veiga de Oliveira, a sanfona, com capacidades sonoras enriquecidas e simplificadas nas suas características funcionais e estéticas, representará “a laicização do organistrum”, que, por volta do século XIII, foi destronado na música de igreja pelo órgão.A partir do século XIII, a sanfona passou a ser utilizada quer pelo povo, quer pela nobreza. Nesta época, príncipes, trovadores e jograis, devido ao seu timbre discreto, preferiam-na para acompanhar as suas festas e cantares.

O acordeon chegou ao Brasil através dos imigrantes alemães e italianos, especialmente para os estados de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Presença forte na porção meridional e no interior do Brasil, o instrumento era comumente utilizado como forma de representação das tradições daquelas comunidades, através da execução de ritmos diversos, como o fado, a valsa, a polca.Nas diferentes regiões por onde passou, o acordeon foi ganhando características pessoais do local, assim como diferentes denominações: sanfona, no Nordeste; gaita, gaita de foles, realejo, no Sul.

Muito difundido no país na década de 50, agradava a todos os gostos devido à sua versatilidade. É nesse contexto que surge a figura inesquecível de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, o grande responsável por popularizar o instrumento e difundir a denominação de sanfona, através do grande sucesso de sua carreira musical. Grandes nomes seguiram-no como Joaquim Gonzaga, com sua “pé-de-bode” (sanfona de oito baixos); Zé Calixto, Dominguinhos, Sivuca e o cearense e mundialmente conhecido Waldonys.

Professores:


Apreciação Musical

apreciacao

Visa fornecer as ferramentas necessárias para uma melhor compreensão da música erudita, transformando o ato de escuta (tanto em casa como em concertos) numa atividade ainda mais estimulante, aguçando a escuta musical. O curso abordará importantes obras e compositores da história da música, além de algumas noções básicas de teoria musical.

Ministrado pelo Prof.º Pianista e Pesquisador  Daniel Abuassi graduado pelo E.C.A – USP com especialização  em apreciação Musical.

Agende uma aula gratuita !

Professores:

Daniel Abuassi

Bandolim

bandolim

Bandolim é um instrumento dotado geralmente de quatro cordas duplas, em sol2, ré3, lá3, mi4, como os violinos. A caixa de ressonância tem forma de pêra e fundo abaulado. Toca-se com palheta, e sua extensão é de aproximadamente três oitavas.

O instrumento surgiu por volta do século XVIII e difundiu-se na Itália, onde surgiram os tipos napolitano, genovês, romano, siciliano, florentino ou milanês. A diferença entre os vários tipos está no número e qualidade das cordas e, conseqüentemente, na afinação. O tipo predominante em todo o mundo é o napolitano. As demais espécies, algumas com a tradicional montagem em cordas de tripa, estão em desuso.Modernamente, as cordas metálicas são preferidas, pois se adaptam melhor ao uso da palheta.

O repertório clássico que admite o bandolim inclui as óperas Don Giovanni, de Mozart, e Otelo, de Verdi; a sonatina em dó menor para bandolim, de Beethoven, e a sinfonia em ré maior de Mahler. A música popular brasileira reservou para o bandolim os solos de um de seus gêneros instrumentais mais importantes, o chorinho. A Família dos Bandolins é constituída pela Bandolineta (sopranino), o Bandolim (soprano), Bandoleta (Alto), Bandola (Soprano), Bandoloncelo (Baixo) e Bandolão (Baixo – com forma de bandolim mas tocado como contrabaixo – cerca de 1,50m de altura).

Professores:

Juliano Silva

Banjo

banjo

Um banjo é instrumento de corda da família do alaúde, de corpo redondo, com uma abertura circular na parte posterior. Consta de uma armação circular, atualmente produzida em pvc, sobre o qual se retesa uma pele (antigamente pregada, hoje presa por um mecanismo de cola sintética), um braço longo e fino, com trastes e cordas metálicas ou de tripa retorcida.

Baseado em vários instrumentos africanos, foi desenvolvido nos Estados Unidos da América pelos escravos negros, no século XVII, e adotado por grupos ambulantes de músicos brancos, no século XIX. É muito usado na música folk estadunidense e pelos grupos debluegrass.Posteriormente teve grande importância na música jazz.

Professores:


Bateria

bateria

Os instrumentos de percussão são provavelmente os mais antigos criados. Os primeiros tambores foram criados em torno de 600 A.C.A lista destes instrumentos é quase infinita: bongos,tamburins,pandeiros,congas etc…O “conjunto de tambores”, ou seja, a bateria, foi inventada no século XIX (dezenove),depois de ser inventado o pedal de bumbo. Este possibilitava uma única pessoa tocar vários instrumentos percussivos simultaneamente. As baterias estouraram mesmo no começo do século XX(vinte),quando os músicos de jazz eram acompanhados pelos bateristas.

Uma bateria simples é composta por :bumbo,caixa,ton-tons,surdo e chimbal (contra tempo),pratos de condução, de ataque e efeitos. Geralmente têm-se dois tons e um surdo, mas é claro que existem baterias com maiores quantidades de peças que proporcionam maior variedade de sons. As peles de animais foram substituídas por materiais sintéticos a base de plástico, foram inventadas grandes variedades de baquetas, os pratos podem ser feitos de materiais, tamanhos e formas diferentes, hoje em dia, alguns bateristas usam “pads” para praticar suas batidas sem barulho.

Professores:

Rodrigo Thurler

Canto

canto

OBJETIVO:

  • Preparar o aluno para entender de maneira geral a função da linguagem musical (ritmo,melodia e harmonia) e como funciona a comunicação dentro da música.
  • Preparar tecnicamente o cantor para utilização da voz.
  • Entender os critérios da expressão corporal dentro do canto.
  • Posicionamento do cantor dentro de um grupo ou mesmo a capela.
  • Proporcionar ao estudante um contato com a música de maneira a ser um melhor ouvinte e interprete.

 PÚBLICO ALVO:

  • Interessados em aula de canto: músicos e cantores.
  • Todas as pessoas que utilizam a voz e que gostariam de ter um conhecimento da musica atraves dela.
  • Interessados no canto para combater o stress físico e emocional.

METODOLOGIA:

Dependendo do perfil do aluno se estabelece um cronograma a seguir, métodos de percepção tanto rítmica como melódica, alem de instrumentos de percussão que são utilizados dentro da aula.

Se o aluno estiver preparado para a parte técnica trabalhos de técnica vocal que incluem respiração, posicionamento da voz, grande parte da aula é dedicada especialmente ao repertório e a expressão corporal e interpretação.

Cavaquinho

cavaquinho

Existe unanimidade entre autores sobre a procedência portuguesa do cavaquinho. Afirma o autor Câmara Cascudo que o instrumento teria sido levado para Ilha das Madeira, Açores, Havaí e Indonésia. E foi batizado por várias vezes em cada região: Ukulele, Kerotjong, machete, braguinha, etc…

No Brasil o cavaquinho desempenha importante função no acompanhamento dos mais variados estilos, desde o gênero musical urbano como o Samba e o Choro. O cavaquinho, com a flauta e violão, formou o conjunto que deu origem ao choro com forma de tocar e mais tarde como gênero musical. Com o instrumentista e compositor Waldir de Azevedo o instrumento se mostrou capaz de ser um instrumento também usado para solos.

Enfim um instrumento com várias possibilidades.

Clarinete

clarinete

Instrumento de sopro, com corpo de madeira e chaves de metal, tocado com palheta simples. É um instrumento solista por excelência, sendo também empregado como complementar de harmonia.

O modelo atual tem 26 chaves e sete orifícios descobertos, dos quais seis na parte e um, na inferior. Foi inventado por volta de 1960 e incorporado à orquestra no século XVIII.

Contrabaixo Elétrico

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O baixo ou contrabaixo elétrico, também conhecido como guitarra baixo e viola baixo em Portugal, é um instrumento musical melódico, destinado especificamente a executar a parte grave de uma linha musical. Pode ser acústico ou elétrico.

O nome guitarra baixo pode ser dado também a específicos modelos  de guitarras clássicas, mas que possuem afinação um pouco mais grave que a guitarra tradicional; essa guitarra baixo clássica é afinada uma quarta abaixo da tradicional guitarra, e não pertence á família dos baixos.

Professores:


Flauta Doce

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Ao contrário do que se possa imaginar, a flauta doce é um instrumento bastante complexo que até o período barroco era extremamente popular e importante em diversas formações musicais, tendo em seu repertório um grande número de peças com necessidade de grande habilidade. O modelo utilizado atualmente consagrou-se justamente nesta época, sendo a família básica das flautas doce composta por quatro delas: flauta doce soprano, flauta doce contralto, flauta doce tenor e flauta doce baixo. Por essa razão, o “tocar junto” é muito rico em possibilidades com os instrumentos desta família. O aluno interessado pode ter contato com todas ou apenas a(s) de sua preferência.

O curso de flauta doce é direcionado tanto para crianças a partir de 5 anos, como para jovens e adultos. Durante as aulas são tratados assuntos relacionados à respiração, articulação e postura ao tocar, bem como repertórios possíveis para o instrumento, que vai desde a Música Antiga, a partir do século XII aproximadamente, até a atualidade, passando por músicas tradicionais e folclóricas brasileiras e de outras partes do mundo, populares e eruditas. A dinâmica das aulas acontece de acordo com a idade, o conhecimento musical prévio e os interesses particulares de cada aluno.

Flauta Transversal

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A flauta transversal moderna é um desenvolvimento de um instrumento antigo feito de madeira, muito importante até o período barroco: o traverso. A partir do século XVIII começou a ganhar recursos, como chaves, mais furos, boquilha, até tornar-se a flauta que conhecemos hoje, feita de metal. Uma curiosidade: mesmo sendo de metal, a flauta permaneceu fazendo parte da família dos sopros de madeira.

O curso de flauta transversal é direcionado tanto para crianças, a partir de 9 anos, como para jovens e adultos. Durante as aulas são tratados assuntos relacionados à respiração, articulação e postura ao tocar, bem como repertórios possíveis para o instrumento, que vai desde a música do período barroco, aproximadamente, até a atualidade, passando por músicas tradicionais e folclóricas brasileiras e de outras partes do mundo, populares e eruditas.A dinâmica das aulas acontece de acordo com a idade, o conhecimento musical prévio e os interesses particulares de cada aluno.

Gaita

gaita

A gaita teve sua origem em um antigo instrumento chinês, o sheng, que foi inventado há mais de cinco mil anos e que funciona pelo princípio de palhetas livres. Esta técnica de produção sonora gerou uma grande família de instrumentos acionados por foles ou bombas de ar, como o acordeão e a melódica. Em órgãos é comum que alguns tubos sejam flautados e outros utilizem palhetas livres para produzir sons com timbres diferenciados.

Em 1821 um relojoeiro alemão chamado Christian Ludwig Buschmann inventou um instrumento semelhante à gaita atual com 15 palhetas e 10 cm de comprimento, mas esse instrumento foi encarado como um brinquedo e não foi considerado adequado para a execução musical. Um outro relojoeiro alemão, Matthias Hohner, fundou uma companhia e começou a fabricar as chamadas harpas de boca ou órgãos de boca com 10 furos. O instrumento passou a vender muito bem na Alemanha, França, Itália e nos Estados Unidos.

Na Europa a gaita se tornou um instrumento muito popular na música folclórica e surgiram bandas e orquestras especializadas neste instrumento. Nos Estados Unidos foi muito utilizada na música country. Com o surgimento do blues no início do século XX, a gaita chegou ao seu auge e daí garantiu a participação em outros gêneros musicais, como o jazz, folk music, Rock’n’ Roll e até na música clássica.A harmônica, gaita de beiços, gaita de boca, ou simplesmente gaita (também conhecida como realejo em algumas partes do nordeste brasileiro), é um instrumento musical de sopro cujos sons são produzidos por um conjunto de palhetas livres.

A gaita possui em sua embocadura um conjunto de furos por onde o instrumentista sopra ou suga o ar. Devido ao seu pequeno tamanho, a gaita não possui caixa de ressonância. O gaitista pode usar as mãos em concha para produzir variações de intensidade. Quando executada em conjunto com outros instrumentos, é comum que ela seja amplificada eletronicamente.

Guitarra

guitarra

A guitarra estabeleceu-se durante o século 20 como o mais popular instrumento do mundo. Por ser adaptável, portátil, atrativa e versátil, tem sido usada em um ilimitado número de estilos. O som da guitarra pode ser ouvido em todos os países de todos os continentes, com uma inigualável diversidade.

Hoje a guitarra é usada em uma grande variedade de formas e estilos de composição, aparecendo desde a música Barroca, passando pelo Jazz, Blues e ate o Rock and Roll. Certos gêneros musicais têm uma associação imediata com a guitarra, em particular o flamenco, o country, o blues, o pop e o rock. Nos últimos 70 anos, a guitarra tornou-se o mais popular instrumento para solos e acompanhamentos, tanto para artistas solos, ou para banda.

A diversidade de estilos requer uma grande diversidade de técnicas de execução para a guitarra. As guitarras para musica clássico e flamenco usam cordas de nylon e são tocadas com os dedos, enquanto que as guitarras que usam cordas de aço são normalmente tocadas com palhetas. Guitarras elétricas tem uma técnica muito extensa de mão direita e mão esquerda. Hoje se estima que exista mais de 50 milhões de guitarristas no mundo. Devido ao grande número de possibilidades, e ao grande numero de guitarristas, as técnicas de guitarra são muito pessoais, e são diversos os artistas que lançam seus métodos.

Musicalização para Bebês

musicalizacao-infantilA partir de 8 meses.

OBJETIVOS:

  • Estimular maior ligação afetiva entre a mãe e o bebê.
  • Proporcionar à criança momentos de prazer através da música.
  • Dar modelos de interação musical, fornecendo um repertório para a mãe cantar e brincar com o filho.
  • Proporcionar a criança ambiente onde terá maior liberdade para criar.
  • Estimular o canto e a fala. (A criança aprende a falar ao mesmo tempo em que aprende a cantar).
  • Dar à criança a oportunidade de ter contato com outras pessoas numa atmosfera expressiva e agradável.
  • Desenvolver a musicalidade, sensibilidade, percepção auditiva, psicomotricidade, senso rítmico e sociabilidade.

Professores:

Mônica Elizeche

Musicalização Infantil

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Objetivos Gerais

Desenvolver a musicalidade inerente à criança, que se manifesta espontaneamente desde a mais tenra idade tanto pelo contato com os mais diversos sons do cotidiano, como pelas canções que fazem parte da vida infantil de modo afetivo e lúdico, direcionando as atividades e adaptando conteúdos musicais para as necessidades e habilidades características dessa faixa etária.

Objetivos Específicos

  • Proporcionar um ambiente de relacionamento humano positivo, onde haja integração e socialização, que as crianças criem elos afetivos e que cada uma seja valorizada e destacada no grupo.
  • Contato com conceitos musicais a partir de atividades criativas e significativas.
  • Tomar conhecimento das concepções e das expectativas das crianças em relação à música.
  • Trabalhar a escuta, a apreciação, a performance e a criação de música através de sua relação com outras artes (poesia, histórias, imagens, filmes), enfatizando o fator expressivo e simbólico da música.
  • Enriquecer o repertório pessoal, apresentando canções infantis – tradicionais ou recentes – acalantos, parlendas, canções de roda, música popular brasileira, canções de outras culturas e povos, além do estímulo a criação de canções próprias.
  • Despertar o gosto pela arte e o interesse pela prática da música.

Metodologia

Abordar questões musicais específicas, relacionando as atividades programadas para o dia à uma temática comum. A aula será esquematizada em momentos distintos, com exercícios relacionados e de duração relativamente curta, buscando o interesse e a motivação constante no período da aula.

As propostas serão realizadas através de atividades de integração, diálogos sobre questões musicais, jogos musicais, interpretação, criação, análise e elaboração de arranjos para canções e invenções musicais, trabalho vocal e instrumental, construção de instrumentos e objetos sonoros, registro gráfico, sonorização de histórias, etc.

Musicalização para Adultos

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Os objetivos desta oficina são: contribuir para o desenvolvimento da percepção e da prática musical, interpretando a música como uma linguagem que trabalha o ser humano, e mostra que por meio de uma atividade mais lúdica, ligada à música, as pessoas podem voltar a seus afazeres mais renovadas e animadas, afinando assim não só a voz e o corpo, como também as ideias.

Professores:

Sabrina Kuszer

Percussão

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Instrumento de percussão é um instrumento musical cujo som é obtido através da percussão (impacto), raspagem ou agitação, com ou sem o auxílio de baquetas. Das formas de classificação de instrumentos musicais, esta é a menos precisa e a que possui a maior variedade de instrumentos, a maior parte dos quais possuem altura indeterminada (ou seja, não podem ser precisamente afinados). Esses são utilizados primordialmente com função rítmica, como é o caso da maior parte dos tambores, o triângulo e os pratos. Os instrumentos de percussão de altura definida, como os xilofones podem ser utilizados com função melódica e harmônica.

Embora haja uma variedade de instrumentos produzidos especificamente com essa finalidade, qualquer batuque feito com objetos comuns pode ser considerado como percussão. É possível assim fazer a percussão em uma música utilizando tampas de panela, potes de alimento, mesas, cadeiras, caixas, talheres, pratos, copos e mesmo objetos mais complexos como máquinas de escrever.

Professores:

Juliano Silva

Piano

piano

O Piano é um dos meios mais completos de que dispomos para sentirmos a música. Foi ele, entre os instrumentos de música, o que mais se beneficiou do engenho e genialidade dos homens. Comparando um dos grandes pianos de hoje com o seu antecessor do princípio do século, podemos compreender o enorme caminho percorrido no sentido da perfeição. Este folheto procura mostrar a sua história.

O piano moderno teve como seu primeiro antecessor o Monocórdio, muito usado em festins e bacanais na Grécia antiga, Egito, Babilônia e outros países de civilizações milinares, atribui-se o seu invento ao filósofo e cultor das artes, Pitágoras de Samos, nascido no século IV a.C. Uma corda somente era extendida bem tesa, arrancando sons com a ponta dos dedos. Serviu para os estudos matemáticos relativos à altura dos sons e intensidade musical.

Guido D’Arezzo (995-1050) era um monge beneditino que no seu convento dedicava-se ao estudo dos sons e órgãos movidos à ar ou água Desejando fixar as notas em papiros, inventou a pauta com 4 linhas, até hoje usada em cantochão. Facilitou assim o registro dos cantos, sendo chamado ao Vaticano para ampliar o seu método. As 7 notas foram tiradas no Hino Ut queant Laxis, sendo o dó antigo o UT e assim por diante. O seu sistema se aperfeiçoou com o tempo.

Com o desenvolvimento das técnicas utilizadas, os artesãos passaram a fabricar o Dulcimer, Saltibancos, Clavicórdio e outros instrumentos, baseados nos princípios do Monocórdio, acrescentando mais 2 até 5 cordas que eram acionadas com as pontas dos dedos, ou martelinhos de ferro cobertos de pano. Apareceu um teclado que faziam bater os martelinhos nas cordas, arrancando sons exóticos e monocórdicos. Assim, os engenhos se multiplicaram.

Na Itália, imperavam as indústrias de Gerolamo, Zanetti, Jarini, Domenico de Pesavo, Zenti, Mondino, Barro e outros. Na França notabilizou-se o musicista e fabricante Erard nos instrumentos de cordas, passando mais tarde a lançar pianos de sua exclusiva fabricação. Até hoje conhecidos. As composições de Couperin, Rameau, Scarlatti, Haendel, Kuhlau e Bach eram as preferidas e mais executadas pelos artistas dos grandes centros sociais.

Finalmente, Bartolomeo Cristófori, de Pádua, Itália, inventou em 1711 as bases definitivas com o seu PIANOFORTE. Consistia na forma de percutir os martelos nas cordas, de forma uniforme e clara. Foi uma revolução, pois era o Cravo que se transformava num dos instrumentos mais modernos dos séculos XIX e XX. O seu sistema mecânico se impôs e foi adotado por todos os fabricantes do mundo. O primeiro modelo acha-se no Museu de Firenze, na Itália.

Os fabricantes Stein (dos pianos Stenway), Erard em 1825, e Pleyel com algumas modificações, aperfeiçoaram o maquinismo, adaptando-o em todos os estilos de piano, tanto vertical, como horizontal. Bem como na PIANOLA, que é automático, que nem gramofone, onde coloca-se um rolo de papel perfurado e o instrumento toca sozinho. É uma das técnicas ainda usadas nos filmes de Hollywood e salões de festas. Após tais inovações criaram-se os pedais.

Os salões chics de Paris, Londres, Roma, Nova Yorque e outras cidades passaram a utilizar os pianos europeus, na sua totalidade. Até nos rincões da África, nos desertos asiáticos, nas estepes russas e faroeste americano, o piano era uma presença constante, até ao advento do gramofone por Thomaz A. Edison, nos Estados Unidos. Centenas de marcas apareciam por todo o mundo e os teatros de concertos requisitavam os melhores : Chopin, Lizt, Shumann, Rachmaninoff. Era o piano de 88 notas.

As formas eram variadas, mas o que mais tomam o tempo dos inventores, eram as formas de ressonância com os dedos, dedeleiras de couros, unhas de animais, dentes de elefantes, crocodilos, etc… No princípio do século XIV os instrumentos passaram a ser usados nas casas dos nobres e até …… tibancos e seresteiros ambulantes. Assim apareceu um dos mais refinados com muitos adornos e incrustações de pedras preciosas : o Virginale, aperfeiçoado por Poussin.

Mesmo na época das Cruzadas os instrumentos eram usados e transportados pelo reis, príncipes, artistas que acompanhavam as forças cristã no cociente.

Cataldo Bove in ”Reportagem Cósmica – Astro 1.984

Saxofone

saxofone

Diferentemente do que ocorreu na maioria dos instrumentos musicais que conhecemos hoje em dia, o saxofone não foi simplesmente um fruto da evolução de outro instrumento mais arcaico. Pelo contrário, o mesmo foi totalmente criado em 1840. O criador do saxofone foi o belga Adolph Sax, um criativo criador de instrumentos. Sax estudou na Royal School of Singing, em Bruxelas, onde teve a sua formação musical.

O belga trabalhava junto com seu pai, Charles, que ganhava a vida fabricando instrumentos musicais. Contudo, Sax focava seu trabalho na criação de novos instrumentos. Seus estudos de flauta e clarinete lhe permitiram fazer um significativo aperfeiçoamento do clarinete-baixo, em 1834. Acredita-se que foi a partir daí que Sax teve a idéia do saxofone: adaptar uma boquilha semelhante à do clarinete.

O saxofone foi exibido pela primeira vez em 1844, na “Paris Industrial Exibicion”, em Paris, o que chamou a atenção de todos pela sua “estranha” e bela sonoridade. O instrumento foi patenteado em 1846. Até hoje, o mesmo permanece muito semelhante ao modelo criado por Adolph Sax.

Professores:

Juliano Silva

Teclado

teclado

Os instrumentos de teclas como o cravo, o órgão e o piano surgiram no século XIV, bem antes do teclado propriamente dito ou piano digital, que foi aparecer só nos anos 60. Durante o século XX, os instrumentos de teclas já vinham ganhando avanços, como a criação de instrumentos eletromecânicos, como o Ondes Martenot, além dos órgãos eletrônicos que passaram a usar osciladores e divisores de freqüência para produzir formas de ondas.

O teclado surgiu nos anos 60 por Robert Moog, fundador da Moog Music Inc. Os primeiros teclados eram comercialmente inacessíveis, custavam acima de U$10.000. Além disso, eram muito grandes, do tamanho de uma parede, possuíam inúmeros cabos semelhantes aos de telefone e eram muito difíceis de manusear e estabilizar uma afinação.

Atualmente os teclados possuem fantásticos recursos como um visor LCD, facilitando o manuseio do usuário, uma gama enorme de sons e efeitos, além de poderem ser conectados aos computadores, permitindo uma grande possibilidade de exploração musical.

Viola

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Tem tamanho um sétimo maior que o do violino, é ligeiramente mais pesada e tem cordas mais grossas. Como o violino, é colocada embaixo do queixo, mas, por ser mais comprida, requer que o instrumentista estenda um pouco mais o braço esquerdo para tocá-la.

Seu som é mais grave, situado entre o do violino e o do violoncelo. A viola é mais antiga do que o violino, mas não tem tanta variedade de timbres sonoros quanto ele.

Viola Caipira

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Viola caipira, também conhecida como viola sertaneja, viola nordestina, viola cabocla e viola brasileira, é um instrumento musical de cordas. Com suas variações, é popular principalmente no interior do Brasil, sendo um dos símbolos da música popular brasileira. Tem sua origem nas violas portuguesas, oriundas de instrumentos árabes como o alaúde.

As violas são descendentes diretas da guitarra latina, que, por sua vez, tem uma origem arábico-persa. As violas portuguesas chegaram ao Brasil trazida por colonos portugueses de diversas regiões do país e passou a ser usada pelos jesuítas na catequese de indígenas.Mais tarde, os primeiros caboclos começaram a construir violas com madeiras toscas da terra. Era o início da viola caipira.

Professores:

Manoel Ramos Camargo

Violão

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Em razão de sua praticidade, baixo custo e do fato de não precisar de uma conexão elétrica, a guitarra clássica ou violão, como é conhecido no Brasil, é um dos instrumentos mais populares atualmente.

A hipótese mais aceita que narra a origem do instrumento relata que o mesmo é uma derivação de um antigo instrumento árabe chamado alaúde. O mesmo teria penetrado na Europa por meio das invasões muçulmanas na Península Ibérica e se adaptado perfeitamente às atividades culturais do contexto europeu, sendo inclusive, um objeto da nobreza.

O violão desenvolvido  na Espanha passou a se chamar vihuela. O mesmo tinha o formato de “oito”, com incrustações laterais; um fundo plano; além de quatro pares de cordas tocados com os dedos, o que produzia um som bastante suave. A partir da vihuela, o violão de antigamente, surgiu outro conhecidíssimo instrumento: a guitarra elétrica.

Curiosidade: somente no Brasil existe a palavra “violão”. No resto do mundo, as pessoas se referem a este instrumento por “guitarra”. Já a “nossa guitarra”, para eles é “guitarra elétrica”, o que gera confusão em muitas pessoas.

Violino

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O violino é um dos mais agudos instrumentos musicais. Seu timbre brilhante e inconfundível o torna parte fundamental de qualquer orquestra. Talvez seja por esses motivos que muitos o chamem de “rei dos instrumentos”.

De fato, o mesmo surgiu entre o fim do século XVI e o início do século XVII, como uma evolução da rebec, vielle e da lyra da braccio, instrumentos que marcaram a música no fim da Idade Média e início do Renascimento. Contudo, podemos dizer que a história do violino se inicia mais cedo, quando certos instrumentos orientais, como o nefer egípcio e o r’jenn sien chinês, são criados. Tais instrumentos foram base para a criação de inúmeros outros, conforme as necessidades acústicas que iam surgindo.

Os primeiros violinos eram fabricados na Itália. Durante muitos anos, a fabricação do instrumento ficou restrita a três famílias italianas da comuna de Cremona: Amati, Guarneri e Stradivarius. Embora tenha permanecido praticamente o mesmo durante vários séculos, o violino sofreu importantes mudanças em 1782, quando seu arco, que tinha um formato côncavo, passou a ser convexo.

Violoncelo

violoncelo

Também conhecido por cello, diminutivo do nome em italiano. Apoia-se no solo por uma vareta regulável de metal, chamada espigão. O violoncelo tem a maior  extensão sonora de todos os instrumentos de cordas. Com cordas mais longas e grossas, seu som é encorpado e penetrante.

Professores:

Thiago Andrade

Musicoterapia

musicoterapia

Musicoterapia…o que é?

Segundo a Federação Mundial de Musicoterapia

“Musicoterapia é a utilização da música e/ou dos elementos musicais (som, ritmo, melodia e harmonia) pelo musicoterapeuta e pelo cliente ou grupo, em um processo estruturado para facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, a aprendizagem, a mobilização, a expressão e a organização (física, emocional, mental, social e cognitiva) para desenvolver potenciais e desenvolver ou recuperar funções do individuo de forma que ele possa alcançar melhor integração intra e interpessoal e consequentemente uma melhor qualidade de vida”. (World Federation of Music Therapy)

É recomendada para pessoas que buscam através da linguagem sonoro-musical se expressar, melhorar a qualidade de vida, encontrar um equilíbrio emocional, estimular e desenvolver as habilidades motoras e cognitivas e como ferramenta terapêutica sendo seu conteúdo estritamente pessoal.

Os objetivos mais principais são: equilíbrio emocional, esquema corporal, desenvolvimento das percepções sensoriais, estimular e desenvolver a coordenação motora, auxiliar o desenvolvimento da linguagem, incentivo à expressividade e crescimento pessoal.

 

 

 

 

Professores:


Sabrina Kuszer